A dieta anti-inflamatória combina componentes da dieta tradicional mediterrânea e asiática. Ambas culturas e dietas estão relacionadas a uma boa saúde e longevidade.

A base da dieta é dada através da diminuição de alimentos pró-inflamatórios e aumento de alimentos anti-inflamatórios. Os alimentos inflamatórios incluem os industrializados, processados, embutidos, ricos em conservantes, ricos em gorduras saturadas, fast-foods, refrigerantes, sucos artificiais, alimentos ricos em açúcar.

Uma dieta desequilibrada, pobre em alimentos anti-inflamatórios e rica em inflamatórios está associado ao desenvolvimento de doenças como doença cardiovascular, obesidade, síndrome metabólica, diabetes, depressão, artrite, asma, doença inflamatória intestinal e alguns tipos de câncer. (Romagnolo, 2017; Ricker, 2017).

A dieta anti-inflamatória atua tanto na prevenção de doenças quanto auxilia no tratamento. Quanto mais cedo adotado esse hábito de vida, melhor. Deve ser estimulada desde a infância.


“ Desembale menos e descasque mais”.

Dieta rica em vegetais e frutas;

Carboidratos: integrais e sementes são uma boa fonte de carboidrato. Evitar massas. Incluir cereais ricos em fibras.

Gorduras: EPA e DHA podem ser obtidos em peixes de água fria (salmão, sardinha, atum). Omega-3 está presente em castanhas.

Fonte de gordura monoinsaturada, mas que são calóricas e devem consumidas em moderação: azeite, azeitonas, nozes, avocado.

Proteínas:

– Preferência a peixes ricos em ômega-3;
– Lentilha, feijão, grão-de-bico;
– Cogumelos – sempre cozidos;
– Laticínios de boa qualidade;
– Ovos

Temperos e doces:

– Preferência a cúrcuma, curry, gengibre, alho, pimenta, canela.
– Beber chá em preferência a café, preferência chá verde;
– Chocolate 70% em moderação;

Álcool

Homens devem limitar a duas doses/dia e mulheres a uma dose/dia. Preferência ao vinho tinto pelas propriedades anti-inflamatórias.

Atenção, mesmo uma dose/dia pode aumentar o risco do câncer de mama.

Weil, 2005